quarta-feira, 7 de maio de 2014

MOTORISTAS DA PREFEITURA DE VICÊNCIA RECEBEM REAJUSTE SALARIAL




segunda-feira, 5 de maio de 2014

Vídeo: Locutor é atropelado durante evento de motociclistas em São Paulo

 

 


Um locutor foi atropelado durante um encontro de motociclistas em Barretos, no interior de São Paulo na noite desse sábado (3). O evento, Barretos Motorcycles, é um dos principais da categoria no País e é realizado no Parque do Peão. A vítima narrava manobras de freestyle quando foi atingida por uma moto.

  O vídeo mostra o momento em que o narrador Cainã Silva, de 24 anos, sobe uma rampa falando ao microfone para todo o público e é atingido em cheio pela moto. Ele foi socorrido com várias fraturas até a Santa Casa local e encaminhado para o CTI (Centro de Terapia Intensiva), onde respira com a ajuda de aparelhos.

No freestyle os motociclistas realizam manobras radicais e o piloto não teria naquele momento como ver o locutor na rampa. O Barretos Motorcycles tem quatro dias de duração e conta também com shows musicais. O evento termina neste domingo, 4, com a expectativa de atrair 80 mil pessoas.

África do Sul enfrenta problemas quatro anos após a Copa, diz jornalista

 

 

O Soccer City é fantástico, mas fica sozinh no meio do nada,
 numa via que divide Johanesburgo do distrito de Soweto.
Joanesburgo, maior cidade da África do Sul, viveu por anos a expectativa de melhoras na condição de vida da população, com a realização da primeira Copa do Mundo no Continente Africano, em 2010. Quatro anos depois, no entanto, o país enfrenta problemas, como o endividamento público e estádios ociosos, de acordo com o jornalista sul-africano Niren Tolsi.
Ele conta que as duas arenas construídas para receber partidas do Mundial, o Ellis Park Stadium e o Soccer City, estão subutilizadas. O último recebe atualmente mais atividades musicais e políticas do que partidas de futebol.
Tolsi veio ao Brasil para participar do Encontro dos Atingidos – Quem Perde com os Megaeventos e Megaempreendimentos, em Belo Horizonte.
O jornalista relata que os moradores esperavam que a preparação para a Copa projetasse Joanesburgo internacionalmente e proporcionasse mudanças na infraestrutura urbana, com o alargamento de estradas e a multiplicação de opções de transporte coletivo.
As obras de mobilidade feitas no país à época são úteis para a população. Porém, o Mundial foi marcado também por denúncias de corrupção na construção dos estádios, deslocamentos forçados de famílias, aumento da repressão policial e expulsão de moradores de rua e de vendedores ambulantes das áreas centrais de Joanesburgo, segundo o jornalista.
“A Fifa foi embora com R 25 milhões [R é o símbolo de rand, moeda oficial da África do Sul] de lucro e o país ficou endividado”, lamentou.
Tolsi vê semelhanças entre os problemas apontados pelos movimentos sociais no Brasil e o que ocorreu, há quatro anos, em seu país. Com a mobilização dos movimentos sociais e populações atingidas pelos grandes eventos, ele espera que “essa lógica mude e que a Fifa tenha que parar de agir em outros países, como faz hoje, trabalhando a favor das corporações, colocando em questão a soberania nacional”.
O Mundial na África do Sul também não aqueceu o mercado de trabalho, como previsto, por causa da crise financeira que abala a Europa, de onde sairiam muitos dos turistas que o país esperava receber em 2010.
Não somente na África do Sul, a população ficou desapontada com o legado deixado por grandes eventos. A ativista grega Chará Tzouna avalia que os empréstimos tomados para a realização das Olimpíadas de 2004 intensificou o problema econômico que o país já vivenciava. “Há 30 anos, já tomavam empréstimos para viver. Nas Olimpíadas, criaram mais empréstimos para construir edifícios e estádios, que não conseguem se manter. Além das dívidas, ficamos com elefantes brancos”, diz.
Para Chará Tzouna, a organização popular foi um dos pontos positivos do evento esportivo. “Houve o crescimento da participação e da organização política. As pessoas estão tentando recuperar espaços públicos que foram privatizados ou que estão inativos”, disse.

sábado, 3 de maio de 2014

Morre policial que algemou e atirou na namorada no meio da rua no Paraná

Crime aconteceu na semana passada após discussão do casal em bairro nobre de Curitiba



Após discussão, policial algemou e matou a namorada no meio da rua em CuritibaMontagem/R7

O policial civil Napoleão Seki Júnior, de 38 anos, que algemou e matou a namorada no meio da rua, morreu no fim da tarde de quinta-feira (1º). Depois de atingir Paola Natália Cardoso, de 23 anos, ele atirou na própria cabeça. O crime aconteceu na quinta-feira (24) da semana passada, em Curitiba, no Paraná. Seki Júnior estava internado no Hospital Universitário Cajuru.

O crime aconteceu na esquina da rua Sete de Abril com a rua Reinaldino S. de Quadros, no bairro Alto da XV, próximo do centro da capital paranaense. Imagens de câmeras de segurança flagraram quando ele algemou e depois atirou contra a namorada. A vítima foi enterrada no dia seguinte no Cemitério Parque Iguaçu, em Curitiba.

O casal namorava há um ano. Colegas do policial contaram que ele era uma pessoa "difícil', autoritária e não gostava de receber ordens. Ele já respondeu por um processo em 2012, na cidade de Mauá,
 na Grande São Paulo, por disparo de arma de fogo e posse ilegal de arma de fogo e de uso restrito.


quarta-feira, 30 de abril de 2014

Transtorno alimentar - caso de uma adolescente em Macaparana é destaque na TV Globo

Imagem extraída da TV Globo
Uma matéria muito triste, que inclusive emocionou jornalistas e espectadores, foi veiculada no programa Bom Dia Pernambuco da TV Globo, na manhã desta quarta-feira(30/04). Trata-se um transtorno alimentar sofrido por uma adolescente do nosso Município - Macaparana/PE - que se tornou um problema de saúde grave. Um caso especial, complicado e de muita urgência. Veja o vídeo abaixo:





segunda-feira, 28 de abril de 2014

Caldeirão do Huck é ameaçado sair do ar por farsa no quadro Lata-Velha, confira!



O famoso quadro do Luciano Hulk foi descoberto que é uma grande farsa. Tudo foi descoberto pelo João Marcelo que diz que foi enganado pelo programa e a Rede globo de televisão. Com o intuito de baratear custos e cumprir a promessa, o carro antigo a ser trocado por outro como não foi o combinado e nem o intuito do programa que no caso seria em reformar o carro não é mesmo? que então é reformado para se parecer com o carro do cliente.

Após isso começa a segunda etapa, uma série de propostas e subornos para manter o cliente calado, até falsificação de documento e assinatura. Um bloco tão famoso igual ao lata velha como pode ter tantas fraudes? e o Luciano Hulk pode até ter o programa retirado do ar por uns tempo por causa dessa fraude que foi descoberta! Veja abaixo a carta que o participante do Lata velha fez 

" Estava bom demais para ser verdade. Foi o que pensou João Marcelo Vieira, 37 anos, ao participar do quadro Lata velha, no programa Caldeirão do Huck, da Rede Globo. O sonho de ver seu Opala verde, ano 79, transformado em uma supermáquina durou menos de 24 horas. No dia da gravação, o vendedor não percebeu que não existia mais nada do Opala no modelo reformado. Nem no dia seguinte, quando a produção rebocou novamente o carro para a oficina, alegando que iria acertar a documentação. Meses depois, ele recebeu o carro, e só então percebeu, com o documento na mão, que o registro era uma Caravan 79. O próprio João Marcelo demorou para entender o que estava acontecendo. O documento esclarecia as dúvidas: a Caravan marrom, que antes pertencia a Rubem de Souza, em Minas Gerais, teria sido comprada por ele próprio por R$4.200! O problema é que João, dono de um quiosque na Praia do Recreio, garante que nunca esteve na cidade de Ribeirão das Neves, em Minas, tampouco adquiriu o carro e muito menos assinou o documento de compra e venda. Estava, segundo ele, configurada a fraude. E começou uma odisséia em busca do verdadeiro carro. “Me deram o documento do carro com minha assinatura falsificada e sumiram com o Opala, que era de um tio que morreu de câncer e me pediu para não vendê-lo nunca”, lembra João Marcelo. O Opala, que tinha o apelido carinhoso de Ogro, estava caindo aos pedaços, só pegava no tranco, mas quebrava galhos. O quiosqueiro nunca tinha pensado em fazer a reforma. A participação no Lata velha foi sugestão de dois clientes, os atores Rodrigo Hilbert e Fernanda Lima. A pedido deles, João Marcelo escreveu uma carta, entregue, em mãos, a Luciano Huck, durante uma festa. Dias depois, a produção do programa procurou pelo comerciante, fez entrevistas e fotos do carro. “Na terceira entrevista, o Luciano apareceu no meu quiosque já para pegar o carro. Ele me propôs cantar uma ópera. Tive sete aulas de canto em Niterói. Tudo isso levou uns 26 dias. O carro supostamente foi para Belo Horizonte, eu acho, porque, até agora, a Justiça não conseguiu achar a oficina, cujo endereço foi passado pelo próprio dono, Paulinho Fonseca, baterista da banda Jota Quest”, diz João Marcelo. Para ter seu carro modificado no programa, João interpretou no ar O sole mio, de Luciano Pavarotti, e emocionou o público. “No dia seguinte ? gravação, dei uma volta com o carro, escoltado pela Globo. Logo depois, a emissora mandou rebocá-lo sob alegação de que atualizaria a documentação. No quarto dia, recebi um telefonema da Rita, da produção do Caldeirão, dizendo que uma pessoa do Sul tinha oferecido R$ 120 mil para comprar meu carro. Não aceitei porque minha intenção era ficar com o Opala modificado”, explica. Dois meses se passaram e nada do carro voltar. Ele conversou com Fernanda Lima, que conseguiu marcar uma reunião na Globo. Lá, João Marcelo diz que recebeu uma proposta financeira e que todos assumiram o erro do programa. Segundo o comerciante, a emissora não gostaria que o caso fosse para a Justiça. O encontro teria acontecido na sala do diretor da emissora Aloísio Legey. “Havia três advogados, o Paulinho, o Aloísio e a Ana Bezerra, diretora de produção. O Aloísio perguntou o que eu queria e disse que se eu levasse o caso para a Justiça demoraria três anos. Falei que não queria nada, só o meu carro de volta”, conta João Marcelo, que não esperava uma reação tão enérgica do diretor: “O Aloísio bateu na mesa e disse que isso poderia acabar com o programa do Luciano quando eu falei que minha carruagem tinha virado abóbora e, por isso, a situação era grave”, afirma. O comerciante contou que ficou acertado no encontro que o programa devolveria o Opala transformado. Passados outros dois meses, o carro foi entregue. Mais uma vez, era a tal Caravan: “Quando me deram a documentação, vi que era da Caravan marrom. O carro foi comprado por R$ 4.200 e ainda falsificaram minha assinatura para legalizar a transferência. O número do chassi na documentação não era do Opala. As placas de identificação nas portas do veículo também eram de outro carro. O carro é um Frankenstein, foi remontado em cima de outra carcaça"

sábado, 26 de abril de 2014

CONCORRÊNCIA MORTAL – LADRÃO É MORTO APÓS TENTAR ASSALTAR ÔNIBUS QUE JÁ ESTAVA SENDO ASSALTADO

Noticia