quinta-feira, 13 de agosto de 2015

Jovem fica com buraco no pescoço após usar kit de clareamento dental comprado na internet

Um jovem que desejava ficar com os dentes brancos acabou tendo que passar por uma cirurgia após usar um kit de clareamento dental e ficar com um buraco no pescoço.
A fim de conseguir dentes brancos e brilhantes, Jake Barrett comprou um kit de clareamento dental o qual ele mesmo poderia usar em sua casa, em Rushton, Northamptonshire, Inglaterra.
No entanto, após sofrer uma reação alérgica rara e grave, ele acabou tendo que passar por uma cirurgia.
Jovem fica com buraco no pescoço após usar kit de clareamento dental
Jake Barrett, um jovem que usou kit de clareamento dental, sofreu reação alérgica rara e grave, e teve que passar por cirurgia em Northamptonshire, Inglaterra.
Jake foi levado para um hospital onde passou pelo procedimento, que durou cerca de três horas.
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O jovem relatou que um “saco” do tamanho de uma uva foi formado abaixo de sua língua, como disse seu médico, e que a qualquer momento ele poderia vazar e liberar peróxido de hidrogênio – composto químico também conhecido como água oxigenada – em sua garganta. Caso isto tivesse ocorrido, ele teria uma intoxicação e morreria.
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O líquido foi drenado através de um tubo inserido abaixo de seu queixo, deixando-o com um buraco.
Ele contou que buscou por ajuda médica dias após a protuberância surgir e o impedir de comer normalmente. O jovem tinha dificuldades até mesmo em tomar sopa.
O produto que ele usou está disponível para encomendas na web, e Jake não sabia do risco que este lhe oferecia quando o adquiriu.
Ele também teve um de seus dentes removidos, já que estava infectado com o composto.
Após dez dias no hospital, Jake finalmente pôde ir para casa.
Fonte: DailyStar

quarta-feira, 12 de agosto de 2015

Grávida se suicida após encontrar marido na cama com sua mãe

Redação RedeTV!
(Foto: Reprodução/Twitter)


 Uma africana, que não teve sua identidade revelada, se jogou do alto de um prédio após encontrar marido na cama com a sua própria mãe.
A mulher, que estava grávida, voltava de uma tarde de compras no shopping, quando se deparou com seu marido tendo relações sexuais com a sua mãe, na cama do casal. Após traição, a mulher descobriu que a sua mãe também estava grávida de seu marido e, depois de alguns dias, se jogou do alto do prédio onde moravam, falecendo no hospital em algumas horas.
Segundo o site nigeriano "Pulse", o caso gerou um grande debate nas redes sociais na África Ocidental. Enquanto alguns comentaristas criticavam a mulher por ter cometido suicídio, outros a chamavam de vítima.

Professora tem relações sexuais com aluno e eleva sua nota a máxima.

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Uma professora do ensino médio foi acusada de ter relações sexuais com um aluno – que, de repente, começou a tirar notas melhores.
Segundo a polícia a ‘vítima’  foi reprovada em Inglês no semestre passado, mas atualmente tem nota 98 na média.
Kayln Thompson,25 anos, que trabalha na Kellyvile High School, em Oklahoma, Estados Unidos, foi acusada de estupro de segundo grau depois de ter afirmado que teve relações com o estudante.
Investigadores dizem que Thompson estava trabalhando na escola por menos de um ano, quando começou a ter um flerte com um aluno de 17 anos de idade.
A vítima que está no primeiro ano, disse à polícia que teve relaões sexuais com Thompson duas vezes, uma em um lago e uma vez em um motel.
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Embora a idade de consentimento em Oklahoma seja de 16, como uma professora Thompson é uma figura de autoridade e foi cobrada severamente.
Desde então, ela se demitiu do seu trabalho.
O detetive de Creek County, Chrissie Underwood disse: “É triste porque eles são vulneráveis a ela, e, obviamente, ele está recebendo uma boa nota a partir do ato.”

Bebê morre após ficar 9 horas sozinha enquanto mãe tinha relações sexuais com 'estranho'

 Redação RedeTV!
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(Foto: Reprodução/SWNS)
Yvonne Adkins, de 32 anos, deixou sua filha de três meses de vida sozinha por nove horas, enquanto ela estava tendo uma sessão de relações íntimas com um homem do qual havia conhecido há apenas duas semanas atrás, em um ponto de ônibus. A bebê Chantelle, que sofria de refluxo, faleceu.                                                                                              Segundo o site SWNS, Yvonne havia tomado uísque antes de encontrar Peter, seu novo parceiro, e estaria bêbada durante o ato. A polícia prendeu a mãe de Chantelle nesta terça-feira (11) em Staffordshire (Inglaterra), e ela será supervisionada pelo período 18 meses.
O juiz do caso, David Fletcher, após a sentença, falou para Yvonne: "você tomou uma decisão catástrófica e terá de conviver com isso pelo resto de sua vida".

(Foto: Reprodução/SWNS)

Brasileira denuncia ter sofrido violência sexual em voo para Londres

  • Arquivo pessoal
    Juliana Holanda, 33, denuncia violência sexual durante voo entre Etiópia e Inglaterra
    Juliana Holanda, 33, denuncia violência sexual durante voo entre Etiópia e Inglaterra
Durante 38 dias, a jornalista Juliana Holanda, 33, guardou para si as cenas de um dos piores momentos que passou na vida. Chegou a comentar o que aconteceu apenas com parentes e amigos próximos. Mas no começo desta semana, ela decidiu tornar pública a violência sexual que sofreu dentro de um avião da empresa Ethiopian Airlines.
"Passei alguns dias até ter coragem de escrever esta história. Sei que é muita exposição, mas é um absurdo que as mulheres continuem sendo tratadas desta forma em pleno século 21. Até quando seremos silenciadas diante de abusos e de agressores?". É assim que ela começa um relato sincero e de revolta, publicado em seu perfil no Facebook, sobre o que ocorreu em 3 de julho deste ano.
A pernambucana conta que viajava de Natal, onde mora, para Londres (Inglaterra), para participar de um curso de qualificação profissional. A violência aconteceu, segundo ela, no voo ET 700 que saiu de Addis Ababa (Etiópia) em direção à capital inglesa.
"Eu estava viajando há mais de 24 horas e, apesar de cansada, não consegui dormir no voo. Fiquei apenas de olhos fechados, escutando música. Foi a minha sorte. Eu estava na poltrona da janela. Algumas horas após a decolagem, as luzes estavam apagadas. O homem que estava ao meu lado começou a se masturbar virado para a minha direção. Notei o movimento da cadeira e abri os olhos sem acreditar no que estava acontecendo. Nesse momento, ele estava tentando pegar em mim", ela afirma.
A jornalista lembra que se levantou e foi pedir ajuda à tripulação. Ela teve de insistir para falar com o responsável pelo voo e mudar de poltrona. "Comecei a chorar de susto, raiva, vergonha, impotência, tudo misturado", diz.
"[A responsável pelo voo] começou a me perguntar o que tinha acontecido, ali mesmo, na frente das pessoas. Eu expliquei. Ela perguntou se eu tinha testemunhas. Eu disse que as luzes estavam apagadas e as pessoas ao redor estavam dormindo. Ela disse que, sem testemunhas, ela não poderia fazer nada."
"É revoltante que uma empresa não respeite os direitos da mulher e que diga que só agiria se tivesse ocorrido um estupro", critica Juliana, em conversa com a reportagem do UOL.

Polícia

A jornalista prestou queixa na polícia ao chegar a Londres. Ela soube que o suspeito foi identificado, detido e levado à delegacia, mas foi liberado após dizer, em depoimento, que passou o voo dormindo.
Juliana tentou entrar em contato por e-mail com a companhia aérea. "Não tive nenhuma resposta oficial da empresa. Apenas um funcionário ficou consternado com a situação e me escreveu pedindo desculpas", conta.
No último dia 30, ela recebeu uma mensagem da empresa, que responsabilizou a passageira pelo que ocorreu. "Recebi um e-mail da empresa dizendo que a culpa era minha porque eu que não quis chamar a polícia nem levar o caso adiante." Juliana pretende acionar a Justiça contra a companhia.
O escritório brasileiro da Ethiopian Airlines lamentou o ocorrido. "Infelizmente, não temos como controlar as atitudes dos passageiros a bordo. Porém, já acionamos a matriz em Addis, uma vez que o voo não envolveu o Brasil, a fim de entender exatamente o que aconteceu", diz a empresa em um comunicado.

Violência sexual

Apesar de não ter havido contato físico, a jornalista foi vítima de violência sexual, segundo Ana Rita Souza Prata, coordenadora auxiliar do Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos da Mulher da Defensoria Pública de São Paulo.

Turista fica espantado ao flagrar carro 'derretendo' na Itália

Redação RedeTV! 
 (Foto: Reprodução/Youtube/John Westbrook)

A alta temperatura fez um carro 'derreter' na comuna de Caorle, ao norte da Itália. A cena impressionante foi registrada, em vídeo, por um turista britânico nesta segunda-feira (10).
Segundo informações do "Daily Mail", John Westbrook, de Kent (Inglaterra), ficou espantado ao ver partes do veículo, como a pintura e borracha, caindo ao chão. O carroestava estacionado em frente a uma praia, onde as temperaturas bateram 37°C.
As imagens mostram o farol e as borrachas da lateral e das janelas do veículo derretendo ao sol. Ao jornal britânico, Westbrook contou que o carro já estava parado no local há alguns dias. "Foi apenas o puro calor do sol batendo nele que fez derreter", contou. "Nós simplesmente não podíamos acreditar no que estávamos vendo. Partes do carro foram literalmente pingando na estrada ", acrescentou. 
Ainda segundo o Daily Mail, em julho deste ano, o intenso calor no norte da Itália causou a morte de mais de 100 pessoas em apenas dez dias. A imprensa do país informou que turistas têm sido alertados para os riscos da alta temperatura.

  Assista

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Bombeiro teria estuprado menina que havia acabado de salvar

"Eu preferiria atirar em mim mesmo a ser um pedófilo", disse o bombeiro.


um bombeiro foi considerado culpado em um caso de estupro de uma menina de 9 anos que gerou comoção na Grã-Bretanha. A ocorrência aconteceu vinte anos atrás em North Lanarkshire, na Escócia, pouco tempo depois de o homem ter resgatado a garota de um incêndio.
Bombeiro John McGinn foi condenado por estuprar uma garota de 9 anos após resgatá-la de um incêndio
Bombeiro John McGinn foi condenado por estuprar uma garota de 9 anos após resgatá-la de um incêndio
Foto: Divulgação/BBC Brasil                                                                             John McGinn conhecia a menina e a salvou quando sua casa pegava fogo em 1994 na região de Bellshill. O bombeiro, que hoje já está aposentado, estuprou a criança logo depois de salvá-la e a ameaçou dizendo que mataria sua mãe se ela contasse para alguém sobre o ocorrido. A garota, que hoje tem 30 anos, contatou a polícia tempos depois.
Uma investigação sobre a vida de McGinn acabou levando o bombeiro a ser condenado por seis crimes contra a menina e outras pessoas. McGinn voltou à Justiça em Glasgow e foi condenada pelas acusações em junho.

'Grande mentira'

A sentença do caso, porém, foi adiada e só será proferida no fim desse mês.                    No início, McGinn negou ter estuprado a menina depois de ter sido preso pela polícia. Ele disse aos policiais: "É uma grande mentira. Isso não aconteceu, não há nenhuma chance de ter acontecido. É ridículo vê-la inventando uma coisa dessas. Eu preferiria atirar em mim mesmo a ser um pedófilo", disse. "Pena de morte é até muito pouco para um pedófilo", complementou.
McGinn, que também é da região de Bellshill, disse que a vítima tentou chantageá-lo uma vez que sabia que ele tinha uma pensão alta de bombeiro. Ele ainda alegou que a acusação sobre o estupro era uma 'vingança' por parte da mulher depois que ele não quis lhe dar nenhum dinheiro.O júri ouviu, porém, que McGinn havia atacado outra garota e deu a ela doces e suco para mantê-la calada.                                                                                                                                Outra mulher, que hoje tem 50 anos e viveu com McGinn nos anos 1980, também contou um caso semelhante. Ela disse que sofreu violência sexual e física por parte dele por anos e descreveu o bombeiro como um "monstro".                                                                         A mulher disse à Justiça que foi estuprada várias vezes por McGinn e que chegou a persegui-lo com uma faca depois de ele tê-la amarrado em uma cama e abusado sexualmente dela.
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